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sexta-feira, outubro 12, 2007

segunda-feira, maio 14, 2007

Papão campeão! Cobranças de penaltis em 2005.


Enquanto esperamos o inicio do Campeonato Brasileiro/Série C, em 8 de julho, quando o Papão enfrenta o Imperatriz, aproveite e assista alguns vídeos. Desta feita passamos o vídeo da conquista do Parazão 2005.

03/04/2005 - O Paysandu sagrou-se Campeão Paraense de 2005, e conquista o 41º título regional. O Paysandu empatou no tempo normal em 0 a 0, mas na decisão dos pênaltis levou mais uma vez a vantagem e ganhou nas cobranças por 4 a 3.

O Papão marcou com Robson, Lecheva, Balão e Donizete. Sandro perdeu a cobrança chutando na trave. E Ronaldo defendeu uma cobrança de pênalti garantindo a conquista do título

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domingo, janeiro 21, 2007

Chamada do jogo com a cara de pipoqueiro


Hum! Papão e Venus jogam hoje, às 10 horas, na Curuzu. O Liberal faz a chamada do jogo com uma foto do Têti. O que chama atenção é outra coisa. Você leitor está cansado de ver em campo fotógrafos clicando lance por lance do jogo. A conclusão que cheguei é que esses profissionais usam a maquina sem filme. Ou, estão ali só pra assistir a partida de graça usando credencial da imprensa.
Publicar foto do Têti depois de tudo que ele aprontou na Curuzu, incluindo a tentativa de dar de presente um gol para o Paulista marcar o décimo gol é sacanagem.

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Saco de Pancada Futebol Clube





Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando você vai ser saco de pancada?

Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando você vai ser saco de pancada?

Gabriel Pensador não fez a musica nem a letra acima porque assistiu o jogo pela Copa de Juniores e o vexame que o Papãozinho deu aqui em São Paulo, Corinthians 6 a 0. Mas certamente cai muito bem o dito, pois andar levando porrada sempre já começa avacalhar com o torcedor.

Nem começou o ano e já se começa tão mal assim. Parece que essa turma de jogadores que treinam na Curuzu anda com a barriga cheia de vermes e por isso são mesmo uns cagões. Qual outro grande clube tem tantos cagões assim? Só o Paysandu.

Os “profissionais” em 2006 tomaram de 9 a 0 do modesto Paulista. Em anos anteriores em 2004 foram duas goleadas: Santos 6 a 0 e São Paulo 7 a 0. Em 2003 a vez do Corinthians golear por 6 a 1 e até o Figueirense meteu 6 a 0. Paramos por aqui porque nosso saco esta “muito” cheio. Cheio de vergonha de ver o Paysandu ser motivo de chacota por todo o Brasil e principalmente aqui em São Paulo. O Paysandu virou piada de porta de bar e parece que essa ficha ainda não caiu para os nossos dirigentes amadores e seus integrantes do departamento de mentirinha de futebol.

Vão ser amadores e babacas assim na p.q.p.

Antes que me esqueça. Não venham com esse papo de que o Papãozinho jogou bem e por vacilo tomou dois gols um atrás do outro para depois tomar mais quatro. Esse time pode voltar pra casa, pois aqui em Sampa eles já fizeram seu papel ridículo. Chega!

quarta-feira, maio 31, 2006

Ecos da vitória contundente do Papão



31/05 - Foram três chutes no primeiro tempo e três gols. No segundo tempo, mais cinco chutes e três gols marcados. Uma eficiência invejável do nosso ataque que sem duvida estava em noite inspirada. Mas é preciso olhar com imparcialidade e ver que Ademir Fonseca precisa olhar melhor o posicionamento dos seus jogadores do meio de campo para trás e não insistir em montar a equipe tão defensivamente assim dando ao adversário condições de reação. Esse foi, ao nosso ver, o ponto negativo da brilhante vitória do Paysandu que precisa ser corrigido. Esse é um recado da torcida do Papão em Sampa, reconhecido até pelo próprio Ademir em suas declarações após a convincente goleada de ontem frente à Portuguesa.

“A gente pede uma forma e às vezes acontece outra. Quando nós recuamos demais, o adversário começou cavar falta. E no segundo tempo a equipe deslanchou. Porque não conseguíamos trocar três, quatro passos e recuávamos. Mas jogamos sempre no esticão e na velocidade, mas não conseguia trabalhar a bola”.